「 世勳 ❜ Oh SeHun — History.


❛ ❪世勳 • 𝗢𝗛١𝗦𝗘𝗛𝗨𝗡៹ — 𝐕𝐄𝐑𝐃𝐀𝐃𝐄𝐈𝐑𝐀 𝐋𝐈𝐍𝐇𝐀𝐆𝐄𝐌.


Merlin, pelo uso dos seus poderes extraordinários, manteve sua linhagem, escolhendo um receptáculo para herdar seus poderes de século em século. De cem em cem anos, esse poder avassalador reencarna em uma alma capaz de conter seu poder.

Quando esse acontecimento inusual ocorre, um ser irresistível e de pura magia surge com um único objetivo em mente; fertilizar uma jovem virgem e de coração puro, capaz de gerar o próximo sucessor de Merlin.

Magnetizado pela magia mística, poderosa e divina de Merlin, o ser mágico foi capaz de seduzir e encantar Oh Cheryong, uma jovem adulta herdeira de um dos maiores monopólios do planeta.

Enfeitiçada a pensar que estava se deitando com o seu noivo, Oh ChangHun, o ser mágico a fertilizou e engravidou-a, concedendo ela uma criança. Uma pequena vida, futuramente batizada como Oh SeHun.

Oh ChangHun, no entanto, não tinha conhecimento de absolutamente nada, e não poderia, sendo um mero humano. O homem aceitou o filho como seu, o julgando como seu primogênito legítimo.

❛ ❪世勳 • 𝗢𝗛١𝗦𝗘𝗛𝗨𝗡៹ — 𝐍𝐀𝐒𝐂𝐈𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎.


Os meses de gravidez não foram nada fáceis para Oh Cheryong, que jazia adoecendo de pouquinho em pouquinho. Conforme sua vida se esvaía, misteriosamente Oh SeHun se fortalecia, tornando-se um bebê milagrosamente saudável. Oh SeHun estava matando sua mãe por dentro, pois sua magia avassaladora crescia conforme seu corpo era gerado na frágil humana.

Infelizmente, Oh Cheryong não aguentou tamanho poder, morrendo poucos momentos após dar luz ao pequeno Oh SeHun. Em seus últimos suspiros de vida, sussurrou diversas vezes o nome do seu filho.

O nascimento não custou somente sua mãe, mas como seu pai, que perdeu-se no alcoolismo e drogas, buscando por uma maneira de escapar do tamanho sofrimento de perder o amor da sua vida. Oh SeHun não era o suficiente para o homem, não poderia. Apenas um bebê cuja vida custou seu verdadeiro amor. O homem queria sua mulher de volta, sua alegria e razão de viver, não a causa de sua fatídica morte.

Oh ChangHun acabou por fugir para outro país, deixando sua antiga vida para trás e seguindo em frente, ausente da presença de Oh SeHun.

Oh ChangKyun, pai de Oh Cheryong, tornou-se o tutor legal do pequeno bebê, enquanto este crescia na ausência de amor, afeto, e principalmente, seus pais.

Quando Oh SeHun foi deixado aos cuidados do seu vô, era apenas um pequeno bebê assustado cujos pais haviam desaparecido. Apenas um pequeno ser preso na residência do seu enigmático e inexpressivo avô.

Oh SeHun cresceu sendo tratado feito uma máquina, exercendo talento para qualquer atividade que lhe fosse atribuída.

Seu avô, pensando somente em fins lucrativos, o colocou para trabalhar como modelo mirim na empresa da família Oh, causando uma falsa felicidade no jovem rapaz, que buscava por uma oportunidade de fazer seu avô feliz, deixá-lo orgulhoso por seus esforços. No entanto, a enigmática proposta oferece apenas uma função real para Oh SeHun: gerar dinheiro.

Criado por um homem devastado pelo poder do dinheiro e pelo desejo possessivo de gerar lucros, Oh SeHun passou anos de sua vida trabalhando e gerando dinheiro para o seu avô, alavancando a empresa com seu próprio esforço e talento incomum.

Em meio à opressão de um avô totalitário e ganancioso, SeHun se agarrou à esperança de abandonar aquele homem rígido e seguir sua sonhada liberdade. O jovem Oh resistiu, extraindo o melhor de si, aperfeiçoando-se cada vez mais. Nem mesmo o fundamentalismo errático do seu avô foi capaz de obliterar seu desejo, capaz de conter o poder que jazia correndo fervorosamente em suas veias.

❛ ❪世勳 • 𝗢𝗛١𝗦𝗘𝗛𝗨𝗡៹ — 𝐃𝐄𝐒𝐏𝐄𝐑𝐓𝐀𝐑.


Oh SeHun chegou a seu quarto, despiu-se, enfiou uma camisa de dormir e, deitado, pôs-se e ler um velho livro, rasgado e devorado pela velhice.

A residência estava em silêncio; do lado de fora, não havia a mínima bulha. Os pássaros tinham suspendido um instante a sua orquestra. SeHun lia; e lembrava-se que estava sozinho, na ausência do seu avô. Tudo estava perfeitamente calmo! pensou.

Logo, da cozinha, que ficava próxima do seu aposento, vinha um ruído estranho. Oh SeHun apurou o ouvido e prestou atenção. Os pássaros recomeçaram o seu hino. Havia vozes baixas, outras mais altas e estridentes; uma seguia à outra, num dado instante todas se juntaram num uníssono sustentado. [...] Oh SeHun conseguiu ler mais umas cinco páginas. Os sons não pararam; a bulha continuava, cada vez mais estridente e audível conforme uma voz conhecida se demonstrava presente.

O jovem coreano resolveu encerrar sua leitura e rumar para fora do seu aposento, seguindo para a cozinha em passos lentos e receosos.

Chegando no cômodo, a iluminação era feita apenas por luminárias de lâmpadas de filamento ao redor de uma enorme bancada branca, assim como a maior parte dos móveis da casa. O tom esverdeado das lâmpadas era quebrado pelo conceito aberto, cujas lâmpadas de led balançavam uma boa iluminação e conforto.

Oh SeHun encontrou com seu avô no cômodo; banhado no alcoolismo e possuído por um ódio fervente como o inferno. O jovem coreano balbuciou e ousou se aproximar em passos lentos e precisos.

— V-vovô? — Questionou, engolindo seco e observando com atenção os movimentos do mais velho.

— Não me chama assim, sua aberração! — Rugiu, estridente e furioso, pegando a garrafa de vodka e jogando ela contra a parede. A bebida escorreu da parede pelo chão e os cacos de vidro voaram em todas as direções, especificamente no rosto do jovem coreano, rasgando levemente sua bochecha direita. Oh SeHun permaneceu imóvel, atônito, não conseguindo reagir a dor repentina.

Oh SeHun engoliu em seco, apertando as mãos uma na outra com força, tentando se manter estável. Mordeu o lábio inferior com força, observando com atenção seu avô se levantar da cadeira na qual estava sentado preguiçosamente e andar em sua direção; passos pesados e carregados de ódio levaram o mais velho até o jovem coreano, que jazia parado, trêmulo e incrédulo.

Então, Oh SeHun sentiu um soco certeiro acertar o lado esquerdo do seu rosto, não resistindo ao ataque repentino e caindo no chão, usando suas mãos firmes para aparar sua queda.

Oh ChangKyun avançou no corpo magro do mais jovem, subindo sobre o mesmo e distribuindo socos bruscos e brutos, usando toda sua força. Oh SeHun não revidou e nem pediu para parar, afinal, se tratava do seu avô. Seu corpo, por mais que implorasse por ajuda, não se permitiu revidar.

O lábio inferior e a sobrancelha foram cortados, o sangue quente escorria pelo nariz enquanto o rosto queimava em dor com a sequência de socos que o seu avô aplicava. Pela primeira vez em muito tempo, sentia-se incapaz, indefeso e violado, completamente assustado na presença e não conseguindo reagir àquela situação desesperadora.

Oh SeHun finalmente pensou e colocou os braços sobre sua cabeça, tentando se proteger da mínima forma possível. Oh ChangKyun se levantou com dificuldade e começou a distribuir chutes na barriga do mais jovem, deixando também bicudas certeiras. Oh SeHun apenas podia grunhir de dor e chorar baixinho.

O mais velho deixou fortes pisadas contra o estômago do jovem coreano, roubando gritos suplícios e tossidas desesperadas. Oh SeHun virou seu corpo magro para os lados, encolhendo-se no chão enquanto seus braços apertavam as costelas com força. Sabia que estava preso e sozinho, trancafiado enquanto pensava nos futuros hematomas e ossos quebrados; isso, se sobrevivesse para contar história.

A dor estava começando a ficar insuportável. Os ouvidos ensanguentados zuniam enquanto sua consciência se esvaía aos poucos.

— Você matou minha filha, você roubou o meu bem mais precioso! Eu apenas mantive você por consideração, mas eu simplesmente não consigo aceitar a ideia de uma aberração assumir a empresa que eu tanto lutei para manter. Pretendo acabar com o meu sofrimento para sempre, me livrando de você, seu viadinho. — Gritou, eufórico e tomado por um ódio avassalador, como se o acúmulo de anos de sentimentos ruins finalmente tivessem explodido.

O velho nos fios sedosos do mais jovem, os puxando com força, o erguendo do chão forçadamente enquanto o hálito quente e banhado de álcool atingia o rostinho alheio, lhe dando ânsia de vômito.

— V-ovô, me p-perdoa, e-eu... — Suplicou, grunhindo de dor enquanto seu corpo magricelo queimava fervorosamente, gritando por socorro.

— Eu NÃO SOU a porra do seu "vovô"! — Soltou mais um grunhido enraivecido e arrastou o jovem coreano pelo corredor pelos cabelos. Oh SeHun não poderia fazer nada além de acompanhar os passos rápidos, cada vez mais mole e desequilibrado por conta dos socos e chutes levados anteriormente.

O mais velho arrastou forçadamente o corpo magricelo do mais jovem até parar repentinamente, rindo sádico e negando a cabeça em reprovação.

— Eu não quero olhar essa sua cara de viadinho nunca mais, entendeu?! — Indagou gritando, com escárnio e força bruta imposta no couro cabeludo.

Em um movimento rápido, arremessou o corpo na parede mais próxima, e em seguida, no chão, deixando pontapés na barriga do mais jovem, arrastando-o até o final da escadaria, na qual foi arremessado sem clemência.

Oh SeHun desceu os enormes degraus enquanto o som do seu corpo quebrando ecoava na residência silenciosa.

— P-por favor... — Oh SeHun apertou os punhos com o restante de força que lhe restava e tentou arrastar seu corpo frágil e quebrado para frente, buscando escapar do inferno, chorando desesperadamente, forçando para não desmaiar enquanto seus olhos turvos se fechavam.

— Venha cá, seu viadinho do inferno. — Agarrou Oh SeHun pelo braço, o forçando em pé novamente enquanto focava em seus ombros largos, o segurando enquanto o encara em sua frente. — Repugnante. — Concluiu e deixou um tapa espalmando no rosto judiado e ensanguentado. Oh SeHun virou seu rosto para o lado por conta da força usada e seus joelhos cederam, porém seu avô o forçou em continuar de pé, o xingando sequencialmente e deixando mais tapas no rosto, seguido de algumas cuspidas.

Após, entortou sua boca levemente em descontentamento enquanto terminava secamente.
Em um movimento rápido, Oh ChangKyun chutou a porta de residência com força e chutou Oh SeHun para fora.

Oh SeHun estava chorando em desespero, com medo da morte eminente. O ódio e a tristeza estavam consumindo seu corpo enquanto respingos do líquido vermelho como o inferno caíam contra o cimento, pintando o chão.

Oh SeHun pensou estar morrendo quando escutou vozes sussurrando contra seu ouvido, o despertando.

Você é o sangue do dragão, o filho do caos, o receptáculo mais puro da magia. O sussuro estava ficando mais baixo, como se uma voz estivesse ficando para trás. Dragões não imploram, lembre-se disso. Lembre-se de quem você é, para o que foi feito. Lembre-se do seu lema. — Fogo e Sangue. — Oh SeHun disse para si mesmo enquanto seu peito se carregava de uma energia misteriosa. Suas articulações estavam pegando fogo enquanto seu corpo entrava em choque e recuperava-se completamente dos ferimentos; seus olhos tornaram-se roxos e claros, contendo tons fracos de marrom e azul, mudando-se completamente.

Quando Oh SeHun se pôs em pé, um dragão negro e imaginário silvou, com fumaça escura como a meia noite saindo da boca e das narinas. Outros dois surgiram e afastaram-se, somando suas vozes ao chamamento. Com asas translúcidas abrindo-se e agitando o ar, pela primeira vez em centenas de anos, a noite ganhou vida com a música dos dragões.

Oh SeHun estava possuído por vingança enquanto um calor fervoroso aquecia seu corpo, trazendo uma áurea completamente diferente da anterior.

— Você não é o meu avô... Logo, eu não preciso deixá-lo viver. — Sussurrou para si mesmo, e pelo restante do dia, tudo o que se conseguia ouvir eram berros e gritos estridentes, clamando desesperadamente por misericórdia.

Oh SeHun apresentou o desespero para o seu avô, o fez conhecer a verdadeira dor, a faceta da morte.

❛ ❪世勳 • 𝗢𝗛١𝗦𝗘𝗛𝗨𝗡៹ — 𝐑𝐈𝐓𝐔𝐀𝐋 𝐂𝐇𝐓𝐇𝐎𝐍.


Buscando encontrar respostas depois de todos os acontecimentos, SeHun encontrava-se investigando um recente distúrbio na sua magia recém descoberta, além de conhecer o espírito de sua falecida mãe. Seus poderes cresciam absurdamente enquanto se demonstrava capaz de controlar magias perigosas e localizar templos mágicos esquecidos pelo próprio tempo.

Com sorte e muita pesquisa, encontrou uma antiga civilização perdida no meio do mundo. Uma civilização mantida pela magia ancestral e divina, tal qual escondia o famoso Darkhold.

RITUAL CHTHON.

O coração alheio fumegava no ar frio da noite quando o ancião da tribo o depositou à sua frente, cru e sangrento. O coração de um filhote de dragão. (...) O sangue do dragão parecia negro sob o oscilante clarão laranja dos archotes que rodeavam as altas paredes de calcário do recinto.

Oh SeHun podia sentir as velhas observando-o, as antigas feiticeiras, com olhos que brilhavam, escuros como sílex polido, nos rostos enrugados. Não devia vacilar nem parecer assustado.

Sou do sangue do dragão, filho do caos, disse a si mesmo quando tomou o coração do dragão em ambas as mãos, o levou à boca e mergulhou os dentes na carne dura e fibrosa. Sangue fervente encheu-lhe a boca e escorreu-lhe pelo queixo, queimando sua pele. O sabor ameaçou nauseá-lo, mas obrigou-se a mastigar e a engolir.

O coração do dragão selvagem era puro músculo, e SeHun tinha de dilacerá-lo com os dentes e mastigar cada bocado durante muito tempo. Nenhum aço era permitido; tinha de rasgar o coração com os dentes e as unhas. O estômago irritava-se e se nauseava, mas ele insistiu, com o rosto manchado de sangue fervente, que por vezes parecia explodir contra os lábios inchados.

Por fim, foi feito. Sentia o rosto e os dedos pegajosos enquanto forçava os últimos bocados para baixo. Só então voltou a olhar para as velhas mulheres, as feiticeiras do próprio Chthon.

Por fim, a feiticeira mestra abriu o olho e ergueu os braços para o jovem.

— Os inimigos tremerão perante você e suas esposas chorarão lágrimas de sangue e rasgarão a carne de desgosto. Seus poderes despertaram. Ele está chegando. O poder supremo. Ele está chegando.

E após isto, SeHun tomou o Darkhold para si e dizimou toda aquela antiga civilização. Julgou como abominável existir seres que ainda cultuavam a existência de um Deus maligno. O homem fez uma promessa para si mesmo. Prometeu romper o ciclo interminável e dizimar toda e qualquer resistência de CHTHON.

❛ ❪世勳 • 𝗢𝗛١𝗦𝗘𝗛𝗨𝗡៹ — 𝐃𝐄𝐔𝐒 𝐂𝐇𝐓𝐇𝐎𝐍, 𝐒𝐄𝐔𝐒 𝐀𝐃𝐎𝐑𝐀𝐃𝐎𝐑𝐄𝐒 𝐄 𝐎 𝐓𝐄𝐌𝐏𝐋𝐎 𝐏𝐄𝐑𝐃𝐈𝐃𝐎.


Big Bang ou Grande Expansão é a teoria cosmológica dominante sobre o desenvolvimento inicial do universo. Os cosmólogos usam o termo "Big Bang" para se referir à ideia de que o universo estava originalmente muito quente e denso em algum tempo finito no passado. Desde então tem se resfriado pela expansão ao estado diluído atual e continua em expansão atualmente. O que todos não sabem é que antes disto haviam seres tão antigos quanto o próprio universo. Haviam trevas, deuses, magias.

E antes de existir qualquer coisa, havia CHTHON. O primeiro Deus praticante de artes místicas, o pai da magia e artes das trevas. CHTHON era tão implacável que conseguia subjulgar universos inteiros somente com o estalar dos dedos. No entanto, seu reinado chegou ao fim quando Gaia e Demiurgo juntaram suas forças para combater CHTHON. Gaia e Demiurgo eram deuses tão poderoso quanto o próprio CHTHON, e com o somatório de seus poderes, conseguiram criar um ser capaz de neutralizar CHTHON: Demogorge.

E há bilhões de anos, o maligno Deus CHTHON foi expulso do universo por Demogorge, cujo ficou conhecido como ''O devorador de Deuses''. Antes, porém, escreveu todos os seus ensinamentos malignos e feitiços em pergaminhos indestrutíveis, que foram reunidos sob o título de Darkhold, também conhecido como ''Livro dos Pecados.''

Bilhões de anos avançados no tempo, Darkhold acabou por ser encontrado por um jovem. Um jovem cujo chamava-se Merlin. Merlin redescobriu os poderes malignos de CHTHON e fez uso de seus ensinamentos para se tornar um dos feiticeiros mais poderosos do Universo, mas suas façanhas não duraram muito, afinal, Merlin era apenas um mortal. Fraco demais para aguentar todo o poder do antigo Deus CHTHON.
Apesar disto, Merlin usou suas últimas forças para manter sua linhagem, seguindo o poder de CHTHON adiante, repetindo o processo durante milhares de anos... Até o livro parar nas mãos de um jovem franzino, Oh SeHun.

Apesar do maligno CHTHON ter sido expulso do universo conhecido, seus adoradores mantiveram-se fiéis aos seus ensinamentos. Contudo, se perderam no tempo em um templo mágico e enterrado nos confins da terra, mantendo os antigos costumes de um mundo antigo. Esse povo cultua CHTHON como um Deus supremo, mantendo suas orações no ser poderoso para toda eternidade.

❛ ❪世勳 • 𝗢𝗛١𝗦𝗘𝗛𝗨𝗡៹ — 𝐀𝐓𝐔𝐀𝐋𝐌𝐄𝐍𝐓𝐄.


Nos tempos atuais, Oh SeHun focou toda sua atenção e poderes em quebrar o feitiço realizado por Merlin, juntando diversos conhecimentos mágicos para que assim pudesse ser capaz de encerrar o cliclo interminável, sendo também extremamente ambicioso em juntar e focalizar toda uma eternidade de poder dentro de si, tornando-se, de fato, o feiticeiro supremo.

No mundo humano, herdou o monopólio da sua família e construiu uma carreira de sucesso como modelo e dançarino, tornando-se um ícone global e astro do mundo pop, usado de referência como um dos maiores artistas do mundo.

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